segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Simuladores didáticos usados no Brasil são produzidos por empresa capixaba


Os simuladores didáticos como motores, braços robóticos, plantas de temperatura e pêndulos invertidos reduzem consideravelmente o tempo de aprendizado dos estudantes dos ensinos técnico e superior porque prende a atenção do aluno por estar fazendo a teoria na prática.

Com apenas dois anos de mercado, a Intechno, que recebe aporte da TecVitória, é uma empresa capixaba que é exclusiva na fabricação desses equipamentos no Brasil, o que garante no mercado preço, garantia, assistência e treinamento personalizado. Segundo Gileno Giacomin, responsável pela área comercial da empresa, o faturamento deste ano pode chegar a R$ 100 mil, mas pode aumentar, visto que o empresário tem a intenção de exportar seus produtos.


“Ser único no Brasil também significa enfrentar dificuldades. O fato de nosso principal produto ser único no Brasil nos coloca em uma posição desconfortável, pois não é possivel fazer uma comparação de preço”. Gileno acredita que um dia, a demanda para equipamentos educativos vá aumentar. “A demanda ainda é reprimida devido falta de oferta de equipamentos didáticos. Nossos concorrentes trabalham em grante parte com equipamentos importados, tendo um custo muito superior ao mercado, apesar de às vezes nem possuir assistência aqui no Brasil”.


Um pouco mais sobre a Intechno


A empresa foi criada em 2009, mas está a aproximadamente dois anos como incubada que recebe aporte da TecVitória. Através de serviços para o IFES, a equipe observou a carência de empresas fornecedoras de equipamentos de ensino. Todo o processo da Intechno começa com o recebimento dos dados de um projeto e a partir daí, uma equipe de seis pessoas faz toda a construção virtualmente da peça, a análise estrutural e funcional para, só depois, levantar os custos de confecção, horas de projeto e a finalização.

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