Este espaço é uma mistura de canal de notícias, sugestão de pauta e resumo do que acontece no Espírito Santo. Em breve nos tornaremos um site. Contamos com os seus acessos e comentários nesta empreitada.
domingo, 3 de abril de 2011
Os novos diretores do Sintiema
Depois de 23 anos sem que a democracia se fizesse presente, no início deste mês, a nova diretoria do Sintiema tomou posse na sede do sindicato. Acompanhe a sequência de assinaturas do termo de investidura no cargo sindical:
sábado, 2 de abril de 2011
Bullying: as faces de uma violência oculta
Uma violência física, mas, muitas vezes, psicológica: este é o bullying, termo que tem origem na palavra inglesa bully, que significa "brigão", "valentão". Na prática, traduz-se em atos de covardia, tirania, agressão, opressão, maus-tratos, ironias, que acontecem de forma repetitiva e não necessariamente com uma agressão física, mas na maioria das vezes acompanhado de tratamento ofensivo, ameaças e torturas psicológicas. Essas agressões possuem um caráter intencional e, muitas vezes, a pessoa que sofre o bullying pode ser abordada por uma ou por várias pessoas.
Forma de violência que tem crescido no mundo, pode fazer vítimas em diversos contextos sociais: escola, família, universidade, vizinhança, local de trabalho. Pode começar com um simples apelido "inofensivo", mas que pode ter grande repercussão para a pessoa atingida.
Sabemos que essa prática existe há muito tempo, mas nem sempre recebeu esse nome. Estudos mostram a preocupação de vários setores da sociedade com o crescente número desses casos de agressão, especialmente nas escolas.
Aquele que sofre com o bullying, muitas vezes, vive esse processo sozinho. Podemos observar que, além do isolamento ou da queda do aproveitamento escolar de uma criança ou jovem que passa por essa situação, ela também pode iniciar um processo de adoecimento psicossomático, de estado emocional, sintomas depressivos, estresse elevado; e tudo isso somado pode afetar sua personalidade. Ao ser ridicularizada a pessoa passa a não enfrentar mais o contato social e, aos poucos, perde o prazer em atividades sociais, como frequentar a escola, lazer ou qualquer situação em que necessite se expor, por medo de ser novamente vítima desse processo.
Esse fenômeno leva a pessoa vítima da agressão mobilizar seu medo, sua angústia e a reprimir a raiva e até mesmo a ter sentimentos de culpa, como se ela fosse responsável pelos ataques sofridos. Muitas vezes, não há denúncia, pois o agredido teme ser ainda mais perseguido; de forma que o agressor se vale desse silêncio como proteção e anonimato.
Um dado muito importante deve servir de alerta para todos nós: estudos mostram que, em 80% dos casos, aqueles que praticam esse tipo de violência afirmam que a causa principal desse comportamento é a necessidade de replicar em outras pessoas a violência que sofreram em casa ou na própria escola. As atitudes dessas pessoas envolvem a necessidade de dominar, de impor autoridade e coagir, desejando, na verdade, ser aceitas e pertencer ao grupo e de chamar a atenção para si. Mostra ainda a dificuldade de lidarem com seus sentimentos, de colocarem-se no lugar do outro e perceberem os sentimentos das pessoas.
Aqueles que agridem passam a ter um comportamento de distanciamento e dificuldade em alcançar um bom rendimento escolar; nota-se que valorizam muito a violência como fonte de poder e tais fatos podem levar a comportamentos desadaptados na fase adulta.
Nosso papel é trabalhar com os grupos sociais nos quais vivemos, começando pelo núcleo familiar, o trabalho de valorização de princípios como respeito às diferenças, a tolerância, a convivência fraternal e de acolhimento das pessoas, valorizando a harmonia e a disponibilidade e refazer sua história, pois embora deixe lembranças, é possível refazer o caminho de vida, tanto para agressor quanto para agredido. É importante que pais, educadores, religiosos, líderes comunitários e empresas possam conversar abertamente sobre esse assunto, visando propostas para reverter este quadro.
Se existe uma cultura de violência, que se dissemina entre as pessoas, é importante que possamos espalhar uma contracultura de paz, especialmente nas crianças, que precisam ser moldadas e nelas semeadas boas sementes de paz, amor, harmonia. Vivemos um tempo de aprendizado de como lidar com isso: escolas, pais, agressores e agredidos, muitas vezes, não sabem o que fazer, mas o grande plano neste momento é aprender com o incentivo de gestos de compreensão, de cada vez mais cultivar o respeito às diferenças individuais e o olhar de fé e atitude de cada um de nós.
Forma de violência que tem crescido no mundo, pode fazer vítimas em diversos contextos sociais: escola, família, universidade, vizinhança, local de trabalho. Pode começar com um simples apelido "inofensivo", mas que pode ter grande repercussão para a pessoa atingida.
Sabemos que essa prática existe há muito tempo, mas nem sempre recebeu esse nome. Estudos mostram a preocupação de vários setores da sociedade com o crescente número desses casos de agressão, especialmente nas escolas.
Aquele que sofre com o bullying, muitas vezes, vive esse processo sozinho. Podemos observar que, além do isolamento ou da queda do aproveitamento escolar de uma criança ou jovem que passa por essa situação, ela também pode iniciar um processo de adoecimento psicossomático, de estado emocional, sintomas depressivos, estresse elevado; e tudo isso somado pode afetar sua personalidade. Ao ser ridicularizada a pessoa passa a não enfrentar mais o contato social e, aos poucos, perde o prazer em atividades sociais, como frequentar a escola, lazer ou qualquer situação em que necessite se expor, por medo de ser novamente vítima desse processo.
Esse fenômeno leva a pessoa vítima da agressão mobilizar seu medo, sua angústia e a reprimir a raiva e até mesmo a ter sentimentos de culpa, como se ela fosse responsável pelos ataques sofridos. Muitas vezes, não há denúncia, pois o agredido teme ser ainda mais perseguido; de forma que o agressor se vale desse silêncio como proteção e anonimato.
Um dado muito importante deve servir de alerta para todos nós: estudos mostram que, em 80% dos casos, aqueles que praticam esse tipo de violência afirmam que a causa principal desse comportamento é a necessidade de replicar em outras pessoas a violência que sofreram em casa ou na própria escola. As atitudes dessas pessoas envolvem a necessidade de dominar, de impor autoridade e coagir, desejando, na verdade, ser aceitas e pertencer ao grupo e de chamar a atenção para si. Mostra ainda a dificuldade de lidarem com seus sentimentos, de colocarem-se no lugar do outro e perceberem os sentimentos das pessoas.
Aqueles que agridem passam a ter um comportamento de distanciamento e dificuldade em alcançar um bom rendimento escolar; nota-se que valorizam muito a violência como fonte de poder e tais fatos podem levar a comportamentos desadaptados na fase adulta.
Nosso papel é trabalhar com os grupos sociais nos quais vivemos, começando pelo núcleo familiar, o trabalho de valorização de princípios como respeito às diferenças, a tolerância, a convivência fraternal e de acolhimento das pessoas, valorizando a harmonia e a disponibilidade e refazer sua história, pois embora deixe lembranças, é possível refazer o caminho de vida, tanto para agressor quanto para agredido. É importante que pais, educadores, religiosos, líderes comunitários e empresas possam conversar abertamente sobre esse assunto, visando propostas para reverter este quadro.
Se existe uma cultura de violência, que se dissemina entre as pessoas, é importante que possamos espalhar uma contracultura de paz, especialmente nas crianças, que precisam ser moldadas e nelas semeadas boas sementes de paz, amor, harmonia. Vivemos um tempo de aprendizado de como lidar com isso: escolas, pais, agressores e agredidos, muitas vezes, não sabem o que fazer, mas o grande plano neste momento é aprender com o incentivo de gestos de compreensão, de cada vez mais cultivar o respeito às diferenças individuais e o olhar de fé e atitude de cada um de nós.
Justiça condena quatro envolvidos em assalto no Centro de Vitória
A Justiça condenou quatro pessoas por envolvimento no assalto que gerou pânico e morte no Centro de Vitória, em agosto do ano passado. Um vigilante morreu.
Ricardo Pereira matou o segurança e pegou 32 anos de prisão; Cleberson Vieira Rendeu o segurança e foi condenado a 30 anos de reclusão; e Fabiana de Almeida, funcionária da casa lotérica, ajudou os bandidos. Ela pegou 21 anos de prisão. Luis Carlos de Oliveira, que planejou toda ação, ficará preso por 30 anos.
Relembre o caso
Bandidos assaltaram uma Casa Lotérica, mataram uma pessoa, trocaram tiros com a polícia e, na fuga, um deles invadiu a Ótica Diniz e fez 15 reféns. Por conta do assalto, o trânsito deu um nó em Vitória na tarde do dia 09 agosto.
A avenida Vitória praticamente parou no sentido Praia do Canto-Centro. Na Beira Mar, mais engarrafamento. A fila de carros começava antes da Prefeitura. Um policial militar da reserva, que fazia a segurança da lotérica, foi baleado com três tiros e morreu. Ele foi levado inconsciente para o Hospital São Lucas, na capital, mas não resistiu aos ferimentos.
Os criminosos assaltaram uma casa lotérica no Centro de Vitória, no Mercado da Capixaba, localizado na avenida Princesa Isabel, por volta das 16h desta segunda. Em seguida, trocaram tiros com policiais militares. Na fuga, um dos criminosos invadiu a Ótica Diniz e fez os 15 reféns. Ele chegou a apontar a arma para a cabeça de uma das vítimas. Os outros dois assaltantes conseguiram fugir.
O assalto com reféns provocou a interdição da Jerônimo Monteiro e o trânsito, para quem chegava ao Centro pela Zona Norte da Capital, havia sido desviado para a avenida Princesa Isabel. A via foi liberada após a prisão do assaltante.
Dos 15 reféns, quatro foram liberados por volta das 17h20. Por volta das 19h, o bandido se entregou e todas as vítimas foram liberadas.
Ricardo Pereira matou o segurança e pegou 32 anos de prisão; Cleberson Vieira Rendeu o segurança e foi condenado a 30 anos de reclusão; e Fabiana de Almeida, funcionária da casa lotérica, ajudou os bandidos. Ela pegou 21 anos de prisão. Luis Carlos de Oliveira, que planejou toda ação, ficará preso por 30 anos.
Relembre o caso
Bandidos assaltaram uma Casa Lotérica, mataram uma pessoa, trocaram tiros com a polícia e, na fuga, um deles invadiu a Ótica Diniz e fez 15 reféns. Por conta do assalto, o trânsito deu um nó em Vitória na tarde do dia 09 agosto.
A avenida Vitória praticamente parou no sentido Praia do Canto-Centro. Na Beira Mar, mais engarrafamento. A fila de carros começava antes da Prefeitura. Um policial militar da reserva, que fazia a segurança da lotérica, foi baleado com três tiros e morreu. Ele foi levado inconsciente para o Hospital São Lucas, na capital, mas não resistiu aos ferimentos.
Os criminosos assaltaram uma casa lotérica no Centro de Vitória, no Mercado da Capixaba, localizado na avenida Princesa Isabel, por volta das 16h desta segunda. Em seguida, trocaram tiros com policiais militares. Na fuga, um dos criminosos invadiu a Ótica Diniz e fez os 15 reféns. Ele chegou a apontar a arma para a cabeça de uma das vítimas. Os outros dois assaltantes conseguiram fugir.
O assalto com reféns provocou a interdição da Jerônimo Monteiro e o trânsito, para quem chegava ao Centro pela Zona Norte da Capital, havia sido desviado para a avenida Princesa Isabel. A via foi liberada após a prisão do assaltante.
Dos 15 reféns, quatro foram liberados por volta das 17h20. Por volta das 19h, o bandido se entregou e todas as vítimas foram liberadas.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Condições especiais de pagamento para quem quer mudar para Campo Grande
Em construção no bairro Campo Grande, próximo da Avenida Expedito Garcia, a PDG Goldfarb oferece condições especiais para quem quer se mudar até junho deste ano.
Comercializando as últimas unidades do empreendimento Mochuara Residencial Club, a construtora garante ao cliente, a possibilidade de financiar o imóvel com uma entrada no valor de R$ 7 mil e já receber as chaves.
Dispondo de unidades de dois e três quartos, a partir de R$ 113 mil, numa das regiões mais valorizadas de Cariacica, o empreendimento terá opções de plantas com a oferta de apartamentos com ou sem suíte, em área privativa variando entre 52m² 65 m².
Outro diferencial do imóvel é a segura
nça 24 horas com acesso controlado ao condomínio e lazer completo, tais como: piscina adulto e infantil, quadra poliesportiva, churrasqueira, playground, play aventura, fitness, espaço gourmet, entre outros. Mais informações no telefone 3286.5519.
Comercializando as últimas unidades do empreendimento Mochuara Residencial Club, a construtora garante ao cliente, a possibilidade de financiar o imóvel com uma entrada no valor de R$ 7 mil e já receber as chaves.
Dispondo de unidades de dois e três quartos, a partir de R$ 113 mil, numa das regiões mais valorizadas de Cariacica, o empreendimento terá opções de plantas com a oferta de apartamentos com ou sem suíte, em área privativa variando entre 52m² 65 m².
Outro diferencial do imóvel é a segura
nça 24 horas com acesso controlado ao condomínio e lazer completo, tais como: piscina adulto e infantil, quadra poliesportiva, churrasqueira, playground, play aventura, fitness, espaço gourmet, entre outros. Mais informações no telefone 3286.5519.
TJ mantém afastamento de prefeito de Santa Leopoldina
O Tribunal de Justiça manteve afastado o prefeito de Santa Leopoldina, Ronaldo Prudêncio (PDT). Na tarde desta quinta-feira (31) o recurso requerendo o retorno de Prudêncio ao cargo foi negado por unanimidade pelo Pleno do Tribunal. Os 15 desembargadores presentes à sessão acompanharam o voto do relator do processo, Manoel Alves Rabelo.
De acordo com o voto do relator, o prefeito requereu a suspensão dos efeitos da decisão judicial que determinou o seu afastamento, "alegando que a decisão judicial representa grave lesão à ordem pública, na medida em que agride a independência dos Poderes". Entretanto, para o relator, é que a decisão foi muito bem fundamentada em dezesseis laudas.
"O afastamento... do prefeito Municipal é necessário para evitar contaminação das provas por meio de sua ingerência sobre seus subordinados e do uso da máquina administrativa, bem como para proteger os parcos recursos públicos municipais de possíveis desvios que venham a, curtíssimo prazo, inviabilizar os serviços essenciais e indispensáveis à população", salienta parte do voto do relator.
Segundo o desembargador Namyr Carlos de Souza Filho justificou o voto alegando que a manutenção do afatamento do prefeito é de interesse social. O desmbargador frisou que a permanência de Prudêncio no cargo, caso viesse a ser concedida, poderia ocasionar dano irreparável à probidade administrativa, grave lesão ao erário público e a possibilidade de comprometimento da própria instrução processual".
De acordo com o voto do relator, o prefeito requereu a suspensão dos efeitos da decisão judicial que determinou o seu afastamento, "alegando que a decisão judicial representa grave lesão à ordem pública, na medida em que agride a independência dos Poderes". Entretanto, para o relator, é que a decisão foi muito bem fundamentada em dezesseis laudas.
"O afastamento... do prefeito Municipal é necessário para evitar contaminação das provas por meio de sua ingerência sobre seus subordinados e do uso da máquina administrativa, bem como para proteger os parcos recursos públicos municipais de possíveis desvios que venham a, curtíssimo prazo, inviabilizar os serviços essenciais e indispensáveis à população", salienta parte do voto do relator.
Segundo o desembargador Namyr Carlos de Souza Filho justificou o voto alegando que a manutenção do afatamento do prefeito é de interesse social. O desmbargador frisou que a permanência de Prudêncio no cargo, caso viesse a ser concedida, poderia ocasionar dano irreparável à probidade administrativa, grave lesão ao erário público e a possibilidade de comprometimento da própria instrução processual".
Beatificação de João Paulo II acontece em breve
Falta pouco para o Papa João Paulo II se tornar beato. A partir desta sexta-feira, 1º de abril, falta apenas um mês para a Missa que vai ser presidida pelo Papa Bento XVI, quando vai acontecer o rito da beatificação.
A expectativa
é grande no Vaticano. De acordo com a organização, a Praça São Pedro deve receber mais de 300 mil peregrinos no dia 1° de maio para a cerimônia que começará às 10h (15h, horário de Brasília). A entrada será gratuita para os peregrinos que poderão chegar à Praça a partir das 5h da manhã locais.
Para acolher todos os visitantes, as estruturas nas regiões próximas à Praça São Pedro e no centro de Roma estão sendo fortalecidas e cerca de 2500 voluntários estarão disponíveis para dar informações nos principais pontos da cidade. Na região de Lazio, na grande Roma, haverá espaços para hospedar os jovens.
A expectativa
é grande no Vaticano. De acordo com a organização, a Praça São Pedro deve receber mais de 300 mil peregrinos no dia 1° de maio para a cerimônia que começará às 10h (15h, horário de Brasília). A entrada será gratuita para os peregrinos que poderão chegar à Praça a partir das 5h da manhã locais.
Para acolher todos os visitantes, as estruturas nas regiões próximas à Praça São Pedro e no centro de Roma estão sendo fortalecidas e cerca de 2500 voluntários estarão disponíveis para dar informações nos principais pontos da cidade. Na região de Lazio, na grande Roma, haverá espaços para hospedar os jovens.
Morar Construtora: 30 anos em números
A Morar comemora 30 anos de existência e durante toda a sua trajetória, já entregou cerca de 2 mil unidades residenciais. Para os próximos anos, considerando os empreendimentos que estão sendo executados, a empresa entregará mais 2 mil apartamentos, isto significa qu
e a empresa faz parte da realização do sonho de aproximadamente 4 mil famílias.
Traduzindo os empreendimentos deste caso de sucesso em números, nas cerca de 5 mil unidades construídas e em construção, já foram utilizados cerca de 15 milhões de blocos.
Estes números certamente irão aumentar, pois a Morar está preparando mais um lançamento para marcar as suas três décadas de existência. A novidade será compartilhada em breve, ainda em abril.
e a empresa faz parte da realização do sonho de aproximadamente 4 mil famílias.
Traduzindo os empreendimentos deste caso de sucesso em números, nas cerca de 5 mil unidades construídas e em construção, já foram utilizados cerca de 15 milhões de blocos.
Estes números certamente irão aumentar, pois a Morar está preparando mais um lançamento para marcar as suas três décadas de existência. A novidade será compartilhada em breve, ainda em abril.
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